quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

começou...

Eu procurei pelas feridas no corpo, mas elas não estavam lá. Procurei pelo chão as paredes e o tetos, mas eles já não existiam.
Ela me olhou nos olhos como se coloca-se uma faca em minha garganta e disse:
- Então... Eu te condeno a contemplar o céu, que será diferente, mas será único. A ver os homens, que são iguais a tudo e a você. A ser a pólvora, para explodir a si mesmo. A ser o pavio, de sua própria explosão. A ser o sangue de sua familia, que você jamais conhecerá por completa...

- Te condeno a perecer antes da próxima caminhada.
- Te condeno ao amor e ao ódio.
- Te condeno a ser o que não deveria ser dito.

- Te condeno por fim, a estar na escuridão densa... e acender uma fogueira.


- Bem vindo de volta ao começo, filho.

7 comentários:

Chise x3 disse...

/huum.. acho que entendo [ou não] .__.'

Sylar_133 disse...

Carai, eu tive q le 3 vezes pra AXAR q entendi alguma coisa @_@''

xD

Good luck, brotha o/
Let's kick some ass /o/

Leandro disse...

[2]

elisa. disse...

[3]

De todas as maldições a pior é aquela que somente a morte pode retirar!

(ai ke medo de mim '-')

Barbara Aricó. disse...

[4]

Maay_' disse...

Só faltava condenar viver enternamente ~.~'

cueinn disse...

mas essa é a moral, Maria XD